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Deformidades dos Dedos Menores

O que é?

Os dedos menores dos pés (2º, 3º, 4º e 5º dedo) são aqueles posicionados lateralmente ao Hallux (1º dedo, dedão do pé). Eles também são acometidos por alterações que podem causar deformidades e calosidades, muitas vezes dolorosas e que se acentuam com o uso de certos tipos de calçados, principalmente os femininos.

A forma e o comprimento dos dedos, e a relação com o uso de calçados apertados estão entre as diversas causas dessas deformidades. Outras causas são: doenças degenerativas (artrite reumatoide, psoríase), lesões traumáticas (fraturas, luxações), diabetes, doenças neurológicas (derrame, paralisia), anomalias congênitas, entre outras.

Tipos mais comuns:

  • Dedo em Malho: Deformidade que ocorre na articulação mais próxima à ponta do dedo. Consiste na flexão plantar do dedo, podendo formar uma calosidade na parte de cima muitas vezes dolorosa pelo atrito com o calçado, ou calosidade na ponta do dedo com deformidade da unha, pelo atrito e impacto com o solo. É mais frequente em dedos longos e acomete principalmente o 2º e/ou o 3º dedo.

  • Dedo em Martelo: A deformidade ocorre na articulação do meio do dedo, ocasionando flexão plantar e produzindo uma calosidade dolorosa na parte de cima pelo atrito da articulação deformada com o calçado. É mais frequente em dedos longos e pode aparecer como deformidade única ou em vários dedos (múltipla).

  • Dedo em Garra: Deformidade mais complexa e se apresenta com a hiperextensão (para cima) da articulação que une o dedo ao resto do pé e da flexão (para baixo) da articulação do meio do dedo. Essa deformidade ocasiona dor plantar na porção frontal do pé e calosidades muito dolorosas no dorso dos dedos acometidos, podendo até mesmo impossibilitar o uso de calçados fechados ou com solados finos e rígidos.

Todos esses tipos de deformidades podem se apresentar de forma rígida ou flexível, e isto deve ser avaliado por um ortopedista para melhor orientar o método de tratamento a ser utilizado. Mudança do tipo de calçado, aparelhos de contenção e dedeiras de silicone são métodos conservadores que podem aliviar os sintomas, mas não corrigem as deformidades.

Tratamento

A indicação cirúrgica deve ser feita por um especialista, que indicará o procedimento adequado ao tipo de deformidade e ao grau de rigidez que esta apresenta. Existem várias técnicas cirúrgicas que podem ser empregadas, necessitando ou não de cortes ósseos ou de fixação com fios metálicos provisórios.

Normalmente o período de recuperação não ultrapassa três a quatro semanas com o uso de sandália pós-operatória. Após esse período, o paciente é orientado a realizar fisioterapia e liberado para o uso de calçados.





Resp. Técnico
Dr. Sandro Cabral Teixeira Lemos
CRM 30586


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